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 FLÁVIA COSTA .

HOME-MADE

 

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SALA EA-1.23 ESCOLA DE ARQUITECTURA

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(DES)DESENHOS

 

Este projeto pretendeu explorar a relação entre o desenho e a perceção de espaços não marcados ou de não-lugares, confrontando o problema da sua representação com a experiência das marcas que os definem, como o anonimato, a transitoriedade e a insignificância cultural. Esta análise assentou no cruzamento de estratégias que relacionaram a unidade funcional da perceção visual do espaço com a mobilidade do corpo e os sistemas de notação: o desenho situacionista e sua relação com a deriva, passando pelo desenho operativo de Bernard Tschumi como “desenho ativista”, integrando ainda conceitos como zona e cinesfera, próprios das notações coreográficas.

Com base nestes modelos de representação e a experiência empírica destes espaços, proponho uma prática experiencial, tendo como objeto de estudo duas estruturas rodoviárias da cidade de Barcelos, em Portugal, que se confrontam com a relação entre espaço e evento. São elas a Central de Camionagem e a Praça de Portagens da A11, na entrada da cidade.

 

Não-lugar, performatividade, desenho de montagem, traçado

 

FLÁVIA COSTA

 

Barcelos, 1989

Licenciada em Artes Plásticas (pintura) pela FBAUP. Em 2013 conclui o mestrado de Desenho e Técnicas de Impressão com o projeto (DES)DESENHAR O LUGAR: ESPAÇO, MOVIMENTO E DESENHO. Desde 2010 expõe quer a titulo individual quer coletivamente, tendo também participado em mostras e bienais de salientar a Bienal de Cerveira 2013 e o Prémio Amadeo de Souza Cardoso 2013.

 

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