ENCONTROS ESTÚDIO UM: TEMAS E OBJETOS DO DESENHO

 

# 3: ARQUIVO

 

ANTÓNIO GONÇALVES

 

ARQUIVO COMO DESENHO

 

SINOPSE

 

A compilação de dados assegura uma existência do individuo. Arquivar em contexto do desenho é compilar as imagens, os gestos, as experiências, as leituras, as observações.

Arquivar é fazer existir, exercício após exercício que no seu carácter de continuidade estrutura o arquivo daqueles que lhes dão vida.

Os arquivos podem ser activos e inactivos podendo-se dividir por séries, processos, dossiers, colecções e respectivas subdivisões.

Remeto contudo o entendimento de arquivo para um sistema de informação, organizam-se e compilam-se informações, onde as mesmas se relacionam para uma estruturação do sistema em si.

As séries que se elaboram em todo o processo de desenho são bases para compilar dados, assegurar evoluções dos trabalhos e criar colecções.

 

CV

 

António Gonçalves da Costa, nascido em Julho de 1975, na freguesia de Vila Nova de Famalicão, concelho de Vila Nova de Famalicão, de nacionalidade Portuguesa.

 

Habilitações académicas

Frequentou a Escola Soares dos Reis, Porto.

Licenciatura de Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Frequentou a Faculdade de Belas Artes de Cuenca-Espanha, ao abrigo do Projecto Erasmus 1998/1999.

Frequência no Doutoramento em História de Arte, na Universidade de Les Illes Balears, Palma Maiorca, desde 2006.

 

Artista plástico.

Director Artístico da Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão, desde 2002.

Professor Auxiliar na Escola Superior Artística do Porto, extensão de Guimarães, desde 2001.   

Adjunto do Director Artístico da Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão 2000/2002.

Artista-residente no programa de bolsas dos Ateliers da Lada, Porto 2000.

 

18 DE JULHO DE 2012 | 14H30

BIBLIOTECA

ESCOLA DE ARQUITECTURA DA UNIVERSIDADE DO MINHO

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